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12/02/2007

Recomeçar, recomeçar, recomeçar... sempre!

É filho único, muito amado, resultado de um momento de pura inspiração em meio a uma ano de terrível turbulência em minha vida (2005). Mais uma razão para o amar... mais uma razão para deixar para trás, definitivamente, essa assinatura que relaciono apenas a muita dor, desilusão, angústia, quase desespero. Não guardei a foto original. Nem é necessário. Filho único nascido de um parto dolorido e quase interminável não se vende, não se dá, só se guarda. Para lembrar que há sempre um novo dia que desponta, uma nova oportunidade de ser feliz, mesmo que por breves momentos...

A Mariela que deu lugar à Manuela sabia já de tudo isso. Agora está pondo em prática de forma segura, objetiva, mas docemente liberta dos pesados elos que arrastara durante décadas.

Um comentário:

arteira disse...

Seus presépios em porongos são belíssimos. Sei que este em especial não está à venda. mas estou à espera dos meus...
Bjsss...