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2/10/2007

A vida na "terra" não firme

Dá para imaginar algo assim? Viver assim, em meio à água, longe da "civilização" e de seus confortos, sem rádio, sem tv, sem computador, sem celular, sem ar condicionado... mas também sem poluição, sem violência, sem vizinhos mal educados, sem reuniões de condôminos, sem medo de agrotóxicos, sem buzinas, sem telefone tocando e torrando a paciência a cada instante. A vida no rio e no céu, exuberante. Centenas de super-peixes (pirarara,o temido jaú, piranha, tucunaré, tambaqui, tambacu, poroquê), de pássaros coloridos, de insetos medonhamente grandes... Nem mesmo os piuns conseguiram tirar meu bom humor, apesar de terem me deixado tatuados os braços e tornozelos com suas picadas por mais de 15 dias, hehehe

Cheia no Rio Madeira

Já faz alguns meses que vivi essa aventura, mas vai levar muito tempo, ao que parece, para que estas imagens deixem de me maravilhar.

Não poderia dizer ao certo onde é, não sei nem mesmo se é o Madeira ou o Solimões.

Sei apenas que essa parte da floresta fantástica ainda está protegida da ambição desenfreada do homem por causa da quase impossibilidade de acesso.

Não é montagem, nem mérito da fotógrafa. Mas falta o cheiro da mata, os cantos dos pássaros que nunca tinha ouvido antes, a sensação de estar mais perto do Criador. Isso, não posso dividir com vocês...

Cinto em macramê

O fio é barbante verde, não muito fino. Como único enfeite, duas sementes. Ao invés de fecho, as duas cordas se cruzam passando por fendas. Prático para colocar e também para regular, permite várias larguras.

Bolsinhas em macramê

As duas são porta-celular, identidade, batom, dindin... boa e útil companhia na balada.

Colar e brincos de sementes e contas de madeira

Contas de madeira - duas delas revestidas de palha de buriti - cascalho de jarina e açaí.

Colar e brincos de açaí, cascalho de jarina, contas de madeira e madrepérola