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11/05/2007

Eu e as mandalas... desta vez com motivos natalinos, uma verdadeira heresia

De todas as coisas que criei ultimamente esta, sem dúvida, é a minha filha-dileta. Divide os méritos com o porta-cartas mas, talvez por ser uma mandala, ocupe um lugar especial no meu coração.
Amei fazer este porta-correspondência. Com caixas de fitas de vídeo.
Agora que o primeiro ficou pronto, vou fazer mais uns quantos (caixas de fitas também não faltam...) mas para cartões de... Natal.
Mas vou manter essas cores.
Nada como o ouro para alegrar a vida de uma criatura. Mesmo que seja em pasta-relevo, hehehe

Manequin bricollé

Não ficou bonito? Pele retalhada, blusa de jornal japonês picadinho e detalhe de papel de presente usado vermelho.

Acho que vou fechar embaixo com cartão, mas tipo janelinha. Para colocar um saquinho de areia ou uma garrafinha com água para dar peso nas feiras ao ar livre.

Sucata de papel - combinação feliz

Há muito precisava de um manequim leve, prático, versátil, fácil de carregar e, principalemte, resistente. A idéia deste surgiu de repente. Era para fazer só umas pecinhas em papietagem, como todo mundo já fez. Decidi fazer algo utilitário. A base é de jornal picado sobre a qual vão camadas de craft, também picado. Até parece pele, toda recortada, mas pele.

Bolsacola - a hora e a vez do verde e crochê

As encomendas de bolsacolas têm me estimulado, até mesmo a tentar vencer a antiga "alergia" à máquina de costura. Nesta, fiz três variações: um bolso interno para documentos e celular, a alça bem mais longa que permite usar a tiracolo e, finalmente, as flores em crochê. A minha "fuxiqueira" de plantão sumiu e me deixou na mão. Mas acho que ficou bem interessante assim mesmo.

A arte de enrolar tirinhas de papel...

O Quilling se tornou de uns meses para cá a minha mais nova paixão. Dividida com o origami. Funciona como instrumento de "catarsis", de meditação, de desafio às vezes. Em outras, como forma de expressão do meu interior, através da escolha de certas cores e contrastes. Como essa caixa para presente que fiz para a minha querida e velha amiga Carmem: lembrei Stendhal... e muito mais.

Evocações de Natal

Um belo trio, representativos de momentos de pura magia e encantamento com a vida...

Resgates do melhor de mim: pintar

Fazia tanto tempo que não os via que nem me lembrava mais deles. Muito menos do período feliz de minha vida que eles evocam. Momentos que não quero perder ou esquecer. E que, sem dúvida, não voltam. Mas eles me serviram de trapolim para esses momentos. E foi como se o tempo parasse e os anos de dor, solidão e rotina nunca tivessem existido.
Já voei para o alto da mais distante montanha. Já me recolhi próximo a um enorme paredão. Já bati meu velho bico contra a rocha até despedaçá-lo por completo. Já aguardei dolorosamente o nascer de meu novo bico e, com ele, arranquei, uma a uma, todas as minhas unhas. Já esperei o nascer das novas para, com elas, conseguir arrancar cada uma das minhas velhas e duras penas.. Já aguardei por mais de cinco meses (de abril a setembro) o nascimento das novas penas para, afinal, sair para o vôo da renovação. D velha Manuela, de bico curvo, asas pesadas, unhas flexíveis surgiu a Mariela. E essa, partiu para o vôo da vitória, renovada, liberta de conceitos limitantes e destrutivos.