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6/13/2011

Desde que me lembro a costura esteve presente na minha vida, de uma forma ou de outra. Presente, mas jamais importante. Semprei achei que não tinha jeito para essas "artes". Até que a necessidade de criar uma maneira de reutilizar o nylon de sombrinhas e guarda-chuvas que ficam jogados nas ruas depois de qualquer chuvarada me obrigou a repensar a minha "alergia" à máquina de costura.
Repensei, comecei, e o resultado está aqui: de repente me vi invadida por uma verdadeira febre de transformar em ecobags todas as sombrinhas e guarda-chuvas que amigos e familiares resgatam do lixo e me entregam, agora sem achar que enlouqueci.
Enquanto tiver "material" vou levar avante o esforço de encarar a máquina para transformá-lo em sacolas que, espero, diminuam o impacto ambiental causado pelos milhares de sacolas plásticas que são diariamente despejados na natureza.
Faço a minha parte, faz anos. Tento incentivar entre meus familiares e amigos o uso de outras formas de carregar as compras; provo que até eu, que sempre fui avessa à costura, posso produzir sacolas práticas, leves e resistentes a partir de um material de qualidade que, na imensa maioria das vezes é usado uma ou duas vezes para depois ou ir para os lixões ou para, jogado junto às vias públicas, entupir bueiros e aumentar a possibilidade de alagamentos nas nossas cidades. No que depende de mim, tudo isso já faria parte do passado há muito tempo.

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